O crítico que a Folha enviou para acompanhar o show da Amy Winehouse em São Paulo é no mínimo maldoso. Do tipo que vai ao lugar para arrumar defeito, pegar no pé etc. E ainda por cima acha que escreve de maneira descolada, mas não passa de uma irreverência forçada, arquitetada para parecer natural, porém...
Além do mais, se esconde no público em vários trechos do texto, atribui à plateia impressões do próprio escriba, que não representaram a verdade absoluta.
E atingiu o ápice do besteirol quando elogiou rasgadamente o show anterior. É verdade que a tal Janelle tem uma baita presença de palco, e só! Grita como poucas, esganiça como várias. Faz uma força danada pra cantar... Enquanto isso, a intimista AW(e parece que o tal crítico até hoje não entendeu isso), canta e toca o show como quem está debaixo do chuveiro, natural, espontânea e sem se matar desesperadamente a cada número.
Virou mania, esporte número 1, falar da Amy como artista e no privado, preferencialmente mal!
Ora, deixem a moça em paz!
(A críTITICA saiu na Ilustrada em 17/01/11)
*Onde estávamos, bem posicionados por sinal, vimos uma histeria exagerada até. Parecia show da Ivete Sangalo(argh!) ou do Luan Santana(urgh!).
Pensando bem, o elemento enviado para cobrir ao Soul Festival, deve estar acostumado é com a "boquinha da garrafa"!
O Jornal Nacional se superou ontem(JOTAENE para os íntimos!): em plena reportagem de cunho mais emocional/sentimental sobre as enchentes em São Paulo e as consequentes pessoas vitimadas, não teve dúvida: desavergonhadamente, no meio de um curto depoimento de um desses flagelados das intempéries, meteu um mosaico(um recurso técnico de imagem) para o telespectador não identificar a marca da camiseta do coitado. Onde já se viu, além de desabrigado, de ter perdido tudo na chuva, ainda vai querer aparecer no JOTAENE e mandar um merchandising de graça!
Fico imaginando a preocupação dos caciques globais, não com a cobertura, a prestação de serviço etc., e sim com o fato de aparecer no VT alguma marca sem pagar devidamente pelos segundos de fama.
Jornalismo, ou melhor, jornalismo virou isso...
domingo, 23 de janeiro de 2011
domingo, 21 de novembro de 2010
Onzes de Setembros
Costume... É, nos acostumamos com a violência.
Acordei tarde hoje, ligo na BandNews FM(96,7) e ainda com aquela cara amassada, pensando no almoço de DOMINGO(sou do tempo em que a macarronada da "vó" era programa sagrado!) escuto as informações passadas diretamente e ao vivo, da redação carioca da rádio: "Ouvintes ligam para a BandNews Fluminense e relatam, em primeira mão(nem as autoridades estavam sabendo) que bandidos fecharam um trecho da Linha Vermelha, estavam assaltando inúmeros motoristas e... QUEIMANDO vários veículos!
Fico aqui, no meu canto, na posição daqueles que formam a audiência, imaginando essas cenas REAIS e que há muito tempo fazem parte do cotidiano da maravilhosa paisagem cantada em prosa e verso, da ainda "Cidade Maravilhosa".
Isso não é guerra?!? Onde estão a Prefeitura, o Governo, a Presidência da República, as Polícias e até as Forças Armadas?!?
O mundo ficou chocado com o 11 de Setembro, fato isolado e arquitetado por organizações terroristas com nome, hierarquia... só falta carteirinha do Sindicato. Com um objetivo: colocar o Império de joelhos.
O mundo fala disso até hoje e houve um esforço também mundial para ajudar os EUA.
O mundo procura Osama todos os dias, inclusive nos sagrados DOMINGOS "macarrônicos".
Enquanto isso, no Brasil(que almeja um assento no Conselho de Segurança da ONU), ninguém faz absolutamente nada. Tratam fatos como esse de hoje, com desdém, como algo corriqueiro, com o qual devemos nos acostumar, o que já ocorre.
Não era, ou melhor, não é o caso e faz tempo, do mundo entrar em cena para acabar de vez com essas cenas de guerra no Brasil?!? Somos ou não somos a bola da vez?!?
Acordei tarde hoje, ligo na BandNews FM(96,7) e ainda com aquela cara amassada, pensando no almoço de DOMINGO(sou do tempo em que a macarronada da "vó" era programa sagrado!) escuto as informações passadas diretamente e ao vivo, da redação carioca da rádio: "Ouvintes ligam para a BandNews Fluminense e relatam, em primeira mão(nem as autoridades estavam sabendo) que bandidos fecharam um trecho da Linha Vermelha, estavam assaltando inúmeros motoristas e... QUEIMANDO vários veículos!
Fico aqui, no meu canto, na posição daqueles que formam a audiência, imaginando essas cenas REAIS e que há muito tempo fazem parte do cotidiano da maravilhosa paisagem cantada em prosa e verso, da ainda "Cidade Maravilhosa".
Isso não é guerra?!? Onde estão a Prefeitura, o Governo, a Presidência da República, as Polícias e até as Forças Armadas?!?
O mundo ficou chocado com o 11 de Setembro, fato isolado e arquitetado por organizações terroristas com nome, hierarquia... só falta carteirinha do Sindicato. Com um objetivo: colocar o Império de joelhos.
O mundo fala disso até hoje e houve um esforço também mundial para ajudar os EUA.
O mundo procura Osama todos os dias, inclusive nos sagrados DOMINGOS "macarrônicos".
Enquanto isso, no Brasil(que almeja um assento no Conselho de Segurança da ONU), ninguém faz absolutamente nada. Tratam fatos como esse de hoje, com desdém, como algo corriqueiro, com o qual devemos nos acostumar, o que já ocorre.
Não era, ou melhor, não é o caso e faz tempo, do mundo entrar em cena para acabar de vez com essas cenas de guerra no Brasil?!? Somos ou não somos a bola da vez?!?
O Senhor da Guerra
Surpreendente! Assim defino a entrevista do ex-presidente George W. Bush, que lançou sua autobiografia, à Oprah.
Isso os norte-americanos têm de muito legal, não fogem das perguntas, mesmo as mais cascudas.
Bush filho falou sobre ser chamado de "pouco inteligente"(burro mesmo!), sobre o 11 de Setembro, sobre o Iraque e o NÃO encontro das famigeradas e temidas armas químicas etc.
Foi simpático, sagaz, rápido, engraçado, humilde e, pasmem: inteligente! Mesmo diante dos apertos da Oprah, que perguntou tudo o que tinha de ser perguntado. (Algo raríssimo aqui no Brasil: entrevistados fogem do "pau", ou simplesmente não respondem, ou querem definir as perguntas. E entrevistadores que posam de "amiguinhos" e fazem um jogo de compadres!).
Bushinho fez algumas "mea culpas" e se mostrou arrependido, clara e visivelmente, em rede americana nacional, de algumas decisões e de outras atitudes que culminaram em NÃO decisões.
Esclareceu alguns tópicos para nós que estamos de fora fantasiados de estilingues o tempo inteiro(e é bom que seja assim). Como as coisas funcionam no mais íntimo átomo da Casa Branca.
Obviamente, não tem Santo, de lado nenhum e principalmente não "O" é quem atinge tamanho cume.
Com ou sem máculas, ainda não inventaram maneira melhor de se descobrir o que se passa, do que a franca comunicação. Ampla, geral e irrestrita.
Isso os norte-americanos têm de muito legal, não fogem das perguntas, mesmo as mais cascudas.
Bush filho falou sobre ser chamado de "pouco inteligente"(burro mesmo!), sobre o 11 de Setembro, sobre o Iraque e o NÃO encontro das famigeradas e temidas armas químicas etc.
Foi simpático, sagaz, rápido, engraçado, humilde e, pasmem: inteligente! Mesmo diante dos apertos da Oprah, que perguntou tudo o que tinha de ser perguntado. (Algo raríssimo aqui no Brasil: entrevistados fogem do "pau", ou simplesmente não respondem, ou querem definir as perguntas. E entrevistadores que posam de "amiguinhos" e fazem um jogo de compadres!).
Bushinho fez algumas "mea culpas" e se mostrou arrependido, clara e visivelmente, em rede americana nacional, de algumas decisões e de outras atitudes que culminaram em NÃO decisões.
Esclareceu alguns tópicos para nós que estamos de fora fantasiados de estilingues o tempo inteiro(e é bom que seja assim). Como as coisas funcionam no mais íntimo átomo da Casa Branca.
Obviamente, não tem Santo, de lado nenhum e principalmente não "O" é quem atinge tamanho cume.
Com ou sem máculas, ainda não inventaram maneira melhor de se descobrir o que se passa, do que a franca comunicação. Ampla, geral e irrestrita.
domingo, 10 de outubro de 2010
Reflequissões
Ontem assisti ao filme "Coração Louco", aquele que premiou com o Oscar, merecidamente, Jeff Bridges.
Filme "fofo", com uma bela trilha country e que me fez pensar o seguinte: já repararam que invariavelmente o homem se esforça e, de quando em vez, é capaz de mudanças significativas por causa de uma mulher?! E que o contrário raramente ocorre?
Elas são realmente mais completas, mas a ponto de dispensar-nos?! E elas é que são o "sexo frágil"?!
Tropa de Elite 2 é um show! O José Padilha acertou a mão nesses dois filmes. O Wagner Moura "Nascimento" é, além do herói do Brasil sitiado, o melhor ator de todos os tempos.
Alguns clichês inevitáveis..., o Brasil Paralelo é tão forte quanto o Brasil "Deitado em Berço Esplêndido" tenta ser.
Nos acostumamos àquelas cenas "de cinema" protagonizadas por gente comum. A um cotidiano surreal, mais ficção do que a própria.
Inevitável torcer, ter certeza de que as coisas são assim mesmo(e a exemplo do rabo da lagartixa, você corta e ele cresce naturalmente de novo!)... Como até hoje o País acha normal conviver com bala pra todo lado?? Ninguém vai intervir pra valer e investir pesadamente em Educação?!
Enquanto isso, na "Ilha da Fantasia", discute-se o aborto(direito inalienável de toda Mulher). E debate-se mal e porcamente sobre isso, porque o que se afirmou há alguns meses agora é negado na maior cara de pau!
E por falar em "Ilha da Fantasia", você aí, eu, nós que vamos ao cinema vivemos nela, ou em uma belíssima bolha ficcional. Não sabemos da missa a metade e nem fazemos ideia do que é essa "realidade real" de um filme com começo, meio e fim. Diferentemente do calendário que temos pendurado nas nossas cozinhas. Sempre tem uma folhinha, um dia após o outro. Os caracteres não surgem interrompendo a selvageria, a barbárie, os inescrupulosos, quando as luzes voltam a acender na sala de projeção. Pior: o filme-pesadelo-verdade dá as caras até mesmo antes de o galo cantar outra vez.
Se ser CAVEIRA é ser incorruptível, então, troque-se o miolo azul da nossa Bandeira: sai de uma vez por todas o positivismo francês de um vazio longínquo e entra a CAVEIRA!!
Filme "fofo", com uma bela trilha country e que me fez pensar o seguinte: já repararam que invariavelmente o homem se esforça e, de quando em vez, é capaz de mudanças significativas por causa de uma mulher?! E que o contrário raramente ocorre?
Elas são realmente mais completas, mas a ponto de dispensar-nos?! E elas é que são o "sexo frágil"?!
Tropa de Elite 2 é um show! O José Padilha acertou a mão nesses dois filmes. O Wagner Moura "Nascimento" é, além do herói do Brasil sitiado, o melhor ator de todos os tempos.
Alguns clichês inevitáveis..., o Brasil Paralelo é tão forte quanto o Brasil "Deitado em Berço Esplêndido" tenta ser.
Nos acostumamos àquelas cenas "de cinema" protagonizadas por gente comum. A um cotidiano surreal, mais ficção do que a própria.
Inevitável torcer, ter certeza de que as coisas são assim mesmo(e a exemplo do rabo da lagartixa, você corta e ele cresce naturalmente de novo!)... Como até hoje o País acha normal conviver com bala pra todo lado?? Ninguém vai intervir pra valer e investir pesadamente em Educação?!
Enquanto isso, na "Ilha da Fantasia", discute-se o aborto(direito inalienável de toda Mulher). E debate-se mal e porcamente sobre isso, porque o que se afirmou há alguns meses agora é negado na maior cara de pau!
E por falar em "Ilha da Fantasia", você aí, eu, nós que vamos ao cinema vivemos nela, ou em uma belíssima bolha ficcional. Não sabemos da missa a metade e nem fazemos ideia do que é essa "realidade real" de um filme com começo, meio e fim. Diferentemente do calendário que temos pendurado nas nossas cozinhas. Sempre tem uma folhinha, um dia após o outro. Os caracteres não surgem interrompendo a selvageria, a barbárie, os inescrupulosos, quando as luzes voltam a acender na sala de projeção. Pior: o filme-pesadelo-verdade dá as caras até mesmo antes de o galo cantar outra vez.
Se ser CAVEIRA é ser incorruptível, então, troque-se o miolo azul da nossa Bandeira: sai de uma vez por todas o positivismo francês de um vazio longínquo e entra a CAVEIRA!!
domingo, 26 de setembro de 2010
De Gaulle
Depois do CQC(disparado o melhor Programa da TV brasileira), em segundo lugar vem o Horário Eleitoral Gratuito. É um show à parte!
Dá de tudo, e um mais engraçado do que o outro.
Discordo dos que criticam a candidatura e a possível eleição do Tiririca. E afins... Esse é o povo brasileiro.
Aqui, a televisão é o principal meio de comunicação, de lazer, de entretenimento, de informação e poderia ser de EDUCAÇÃO. Mas não é. E com o nível "tiririca" da programaçãozinha oferecida pela maioria das emissoras, é natural que certos "representantes da cultura nacional", se transformem facilmente em "representantes legítimos do povo no(s) Legislativo(s)".
Afinal de contas, câmaras municipais, assembléias legislativas, Congresso Nacional e cargos executivos, já são ocupados por incontáveis "tiriricas".
Isso é a tal da democracia. E mesmo sendo criaturas aparentemente diferentes, porém escabrosas em si e justamente por isso semelhantes, a Itália aprecia gente como aquele tal de "BerlusCapone". Não dá na mesma?!
E Lula deve concorrer ao Oscar, era só o que faltava! E quem vai lá receber?! A Dilma, a gentalha da Casa Civil, o Zé Dirceu, o MST... Todos cheios de dólares na cueca.
Dá de tudo, e um mais engraçado do que o outro.
Discordo dos que criticam a candidatura e a possível eleição do Tiririca. E afins... Esse é o povo brasileiro.
Aqui, a televisão é o principal meio de comunicação, de lazer, de entretenimento, de informação e poderia ser de EDUCAÇÃO. Mas não é. E com o nível "tiririca" da programaçãozinha oferecida pela maioria das emissoras, é natural que certos "representantes da cultura nacional", se transformem facilmente em "representantes legítimos do povo no(s) Legislativo(s)".
Afinal de contas, câmaras municipais, assembléias legislativas, Congresso Nacional e cargos executivos, já são ocupados por incontáveis "tiriricas".
Isso é a tal da democracia. E mesmo sendo criaturas aparentemente diferentes, porém escabrosas em si e justamente por isso semelhantes, a Itália aprecia gente como aquele tal de "BerlusCapone". Não dá na mesma?!
E Lula deve concorrer ao Oscar, era só o que faltava! E quem vai lá receber?! A Dilma, a gentalha da Casa Civil, o Zé Dirceu, o MST... Todos cheios de dólares na cueca.
domingo, 15 de agosto de 2010
Estacionando o navio!
Abre a porta da garagem, tensão total. Expectativa e aquela baita dúvida: "Será que "eles" estão aí"?!
Estão. Batimento cardíaco aceleradíssimo e resmungos de espantar Pit-Bull!
A manobra do Titanic leva uns 14 minutos, e nem adianta você estar com vontade de fazer xixi. Problema seu! E mais resmungos... "Que Meleca, viu"...
Sofre adoidado.
Quando não estão, é aquela alegria. Aí, quase bate o navio de tanta euforia. Mesmo com aquele espaço mais do que suficiente para colocar na vaga o navio e mais 1 jet sky!
A preocupação é tamanha, que passou a fiscalizar a rotina deles. Os horários, se estão em casa etc. E resmunga! A alteração de humor é digna de um Bi-Polar!
A verdade é que nasceu para ser levada, conduzida, para ter motorista com luva branca e quepe!
O tal do automóvel possui muitos comandos para um serzinho apenas tomar conta daquilo tudo...
A pé, vai que é uma beleza! Com ou sem sombrinha. Com ou sem mochila. Com ou sem compras do supermercado.
Aceleeeera!!
Estão. Batimento cardíaco aceleradíssimo e resmungos de espantar Pit-Bull!
A manobra do Titanic leva uns 14 minutos, e nem adianta você estar com vontade de fazer xixi. Problema seu! E mais resmungos... "Que Meleca, viu"...
Sofre adoidado.
Quando não estão, é aquela alegria. Aí, quase bate o navio de tanta euforia. Mesmo com aquele espaço mais do que suficiente para colocar na vaga o navio e mais 1 jet sky!
A preocupação é tamanha, que passou a fiscalizar a rotina deles. Os horários, se estão em casa etc. E resmunga! A alteração de humor é digna de um Bi-Polar!
A verdade é que nasceu para ser levada, conduzida, para ter motorista com luva branca e quepe!
O tal do automóvel possui muitos comandos para um serzinho apenas tomar conta daquilo tudo...
A pé, vai que é uma beleza! Com ou sem sombrinha. Com ou sem mochila. Com ou sem compras do supermercado.
Aceleeeera!!
domingo, 1 de agosto de 2010
Kkkkkkk!
Uma das coisas mais de mau gosto dos últimos tempos. E olha que o "cara" trabalha com moda e acha que tem bom gosto.
Twitter do tal do Sérgio K fez uma alusão à pobreza digna dos sujeitos mais preconceituosos e que marcaram seus nomes na História(para ensinar gente a não repetir erros crassos). Mas pelo visto...
Esse "cara" é aquele mesmo que faz aquela modinha para aqueles que jogam pólo, que adoram um brasão, que amam desfilar com aquelas camisas em que, de um lado a dita cuja está por dentro da calça e do outro para fora(manobra que deve levar uns 42 minutos e meio!). E coincidentemente, o lado que fica para dentro é milimetricamente ajeitado para aparecer a marca da calça. Novos ricos, gente que adora Miami e detalhes em dourado.
A elite brasileira que ostenta e se acha. Gentalha que tenta "comprar" classe, categoria, berço etc.
A minha melhor homenagem, no estilo twitter: "kkkkkkk"! Afinal de contas, não é assim que se representa gargalhadas quando se escreve por meio desse tipo de mensagem?! Faz me rir...
*E, é claro: sobrou para o estagiário
Twitter do tal do Sérgio K fez uma alusão à pobreza digna dos sujeitos mais preconceituosos e que marcaram seus nomes na História(para ensinar gente a não repetir erros crassos). Mas pelo visto...
Esse "cara" é aquele mesmo que faz aquela modinha para aqueles que jogam pólo, que adoram um brasão, que amam desfilar com aquelas camisas em que, de um lado a dita cuja está por dentro da calça e do outro para fora(manobra que deve levar uns 42 minutos e meio!). E coincidentemente, o lado que fica para dentro é milimetricamente ajeitado para aparecer a marca da calça. Novos ricos, gente que adora Miami e detalhes em dourado.
A elite brasileira que ostenta e se acha. Gentalha que tenta "comprar" classe, categoria, berço etc.
A minha melhor homenagem, no estilo twitter: "kkkkkkk"! Afinal de contas, não é assim que se representa gargalhadas quando se escreve por meio desse tipo de mensagem?! Faz me rir...
*E, é claro: sobrou para o estagiário
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