terça-feira, 30 de outubro de 2007

Tim, TUM! Tim, TUM-TUM!!


Baita Festival bacana! Fomos para assistir a Björk e a Juliette Lewis (terceira e quarta apresentações, respectivamente)...

Atrasos normais, mas difíceis de engolir. A cada apresentação entrava uma legião para mudar tudo no palco. O jurássico Rock in Rio nos anos 80 já adotava palcos giratórios, eram 3!!

Ainda bem que nos "ensardinhamos" com um pessoal bem espirituoso. Não sei bem por quê, mas morro de rir com aqueles que sabem com 1 palavra ou 1 frase curta acertar o fígado alheio.

Antes das 2 mulheres* que nos interessavam, fomos apresentados à força ao Spank Rock e ao Hot Chip.

A primeira, "meu Deus", exclamaria Roberto Avallone. Show de HORROR! O torturador-mor parecia um misto de Eddie Murphy com aquele policial "bonzinho" do Tropa de Elite! Não resisto ao trocadilho infame e óbvio: "que vontade de "spankalos""... Nos Estados Unidos tem 1 bandinha dessa em cada bairro, com os vizinhos fazendo abaixo-assinado contra a permanência, é claro!

O que leva a Tim a trazer essa gente?!

A segunda agitou pelo cansaço da massa. Bem + ou -... O líder lembrava muito aqueles lunáticos calmos que de repente invadem a escola e metralham meio mundo...

UFA, acabou. E veio Björk! Sem comentários. Até para quem não gosta, a moça mereceu todo o respeito do público. Show completo. Som, visual etc etc etc. E que voz!! Tipo de apresentação que merece um Teatro, um Auditório... e silêncio provocado pelo choque que paralisa como aquele caipira que fala: "Ai que tesão besta, sô"!!

Saímos dessa dimensão e entramos no mais puro Rock dos velhos e bons anos 70: Juliette Lewis and The Licks. Banda clássica, não tem como não gostar... E com uma baita pimenta!! Ela. E nós, homens, todos babões. A maioria estava enxergando mais uma cama redonda com espelho no teto do que o palco. Um cara do meu lado falou tudo: "Mulher porreta"!! Só faltou equalizar melhor a voz dela, em algumas músicas um pouco baixa. Mas quem notou isso?!?

E saímos satisfeitos com aquela cara de adolescente que ainda acha que dá para formar uma banda...

*Alguém duvida que elas atropelaram a gente?!?

#Vale destacar algumas pérolas ouvidas e lidas no telão:

"Juliette Lewis, vc é uma fanfarrona";

"Começa logo que amanhã eu trabalho";

"Björk Rules";

"Devolve que é meu";

"Ô zero-dois... Vc não vai comer, não?! O sr. é um fanfarrão";

"Desiste zero-um, desiste";
"Juliette, te dou casa, comida, roupa lavada..."
"Galvão, filma nóis"
Nota Pé: País rico é outra coisa: um copinho de água de 300ml custava 5 Reais!!!!! Morri com vintão. Imaginem se tivesse levado meu camelo!

sábado, 27 de outubro de 2007

Mais questões "divinas". Ou observações...


Para quem leu a minha "tese" publicada neste Blog sobre o nosso DEFEITO de FABRICAÇÃO:


a) Só deveria chover onde e quando necessário;

b) Por que o hemisfério norte do planeta é mais desenvolvido do que o sul? (Austrália é exceção);

c) Por que nem sempre a mesma criação dá o mesmo resultado com os filhos?

d) Como um casal digamos, feinho, é capaz de gerar 1 filho que seja BELÍSSIMO?

e) E o contrário...

f) Por que em algumas épocas encontramos vários gênios em várias áreas? ExploSSS: f1) os compositores clássicos; f2) os pintores antigos; f3) as bandas de rock dos anos 70; f4) os grandes escritores; f5) OS FILÓSOFOS (Aqui até é covardia...)

g) E em outras, uma ausência de "homens & idéias";

h) Por que alguns têm DOM? DOM mesmo...

i) E outros "pastam"...

j) Por que alguns nascem ou adquirem doenças ou deficiências, sem terem "colaborado" para que aquilo ocorresse?

k) Por que estou escrevendo isso?!?

sexta-feira, 26 de outubro de 2007

MOSTRA para se mostrar!


Fui assistir até agora 2 filmes da Mostra paulistana: Inútil (chinês) e XXY (argentino...). Como após a volta das eleições diretas peguei gosto pelo voto, adoro receber aquele papelzinho para rasgar no conceito sobre o filme visto.

Inútil: tasquei um Regular; XXY: mandei um Muito Bom...

Minha esposa sempre me falou que prefere os filmes argentinos aos verde-amarelos. Eu, diferentemente dela, sou fã de boa parte dos filmes daqui, embora paradoxalmente tenha um pé no país dos nossos hermanos. Acho a Argentina um negócio à parte!

E sobre essa "rivalidade" - pelo menos aqui em casa, na telona, começo a virar casaca. Os argentinos são melhores para contar histórias... Têm diálogos mais elaborados e perspicazes... E sabem fazer "ficção", e não só ficar retratando a dura realidade interna.

Nós, ultimamente, só levamos ao público a situação nos sertões e a violência. Viu 1, viu TODOS! Chega!


Aproveito para rasgar o papelzinho no item "Não Gosto" sobre os que se mostram na Mostra. É duro digerir esse pessoalzinho que aplaude qualquer filme só porque o próprio se auto-rotula como "independente" ou "experimental". Basta uma câmera parada 10 minutos focando o nada e UAU!!

Não tenho mais paciência para gente que nem entendeu o que passou, mas sai com aquela cara de conteúdo.

quarta-feira, 24 de outubro de 2007

Essa é minha irmã!


Aí vai um vomitão daqueles que só as madrugadas provocam (este, particularmente, é um mix de Brizola com o Augusto dos Anjos Caídos e os "mano sem noção"). Mas, vamos combinar, tem algo a ver com você.


Bebe minh´alma

no copo

que eu entorno


Escarra esse nojo

na cara

que eu provoco


Solta teu grito rotundo

no peito

que eu sufoco


Me usa mudo

na cama

que eu acordo


Vai quando eu não estiver

no corpo

que eu suporto


Beijos, Arleine
*A ilustração eu escolhi sem consultar a autora. (João)

segunda-feira, 22 de outubro de 2007

POLÊMICO?!?


Falatório à parte, fomos assistir ao “polêmico” – segundo dizem, Tropa de Elite. Iríamos de qualquer jeito, tema forte, que interessa a todos.
Fui surpreendido: onde está a polêmica?
Filme bom, mas normal, comum até.
É duro ver a realidade estampada na tela? É isso?!
Ora, Tropa de Elite nada mais é do que uma grande reportagem, um documentário talvez... Só que não revela nada, não tem um furo como dizemos no jargão jornalístico.
Parodiando uma Banda bem PESADA que infelizmente acabou (Tolerância Zero): “Bem-Vindo ao pesadelo da realidade”!
Ai, ai, teórico adora uma polêmica. Mas onde está a dita cuja?!
Alguém duvida que o cotidiano nos morros do nosso lindo Rio é aquilo que está no filme pra pior?
É mais fácil debater a película do que ir lá e ver o “bicho pegando” de perto, né... ô bando de acadêmicos de M...!
Ah, mas tem a oratória, o dilema do Cap. Nascimento. Puxa, que encruzilhada, não... Aqui também não tem polêmica, meus amigos. Infelizmente pra vocês, intelectuais.
Como em todo trabalho e lugar do mundo, existem profissionais dos mais variados tipos, o Cap. Nascimento é desse jeito e ponto final!
Mas é claro, havia esquecido, é mais seguro discutir o personagem brilhantemente interpretado pelo Wagner Moura*, do que subir o morro para suar o calor barbaramente emanado do tal “microondas”, para mim nivelado com os campos de concentração nazistas. Isso sim, repugnante, repulsivo e sem perdão. Revelador! Isso não é GUERRA? Que se dane a definição estadista de GUERRA...
Ôô “entendidos”: “Bem-Vindos ao pesadelo da realidade”.
Ó eu com amnésia de novo: nada como o ar condicionado para clarear e refrescar a idéia dos letrados e nascidos à base de Danoninho, a ELITE brasileira.
Desculpem, mas ninguém me tira da cabeça que o Brasil é esse desastre humano, por obra dos citados acima. Bem que a ELITE tupiniquim podia reforçar a Tropa de Elite. Mão na massa, especialistas, mestres e doutores... Mãos à obra!
P.S.: Pelo amor do Cap. Nascimento, alguém me diz onde está a polêmica?!?
*Desculpem os críticos: Wagner Moura JÁ é, DISPARADO, o melhor ator que esse País já teve.

O Gerente (de banco)


Definitivamente, SOUZA NÃO!

Juro que tentei ser mais tolerante, compreensivo até, mas o SOUZA não dá pé. E é justamente com essa parte do corpo que ele ganha a vida: os pés! E nós um ataque cardíaco.

Acabo de fundar o M.S.N.D: Movimento Souza Não Dá.

Ele tem tudo para ser um belo Gerente... (de banco), "Gerente Souza, em que posso ser útil"? Explo. dele atendendo um cliente. Que tal?!

Melhor com 10 do que com o Souza. E o que dói mais: ele usa a 10... Dos que eu vi jogar, só alguns: Pedro Rocha e Raí!!
SOUZA NÃO... E olha que não tem nada a ver com o sobrenome. Não se trata de preconceito, até porque eu sou um Dos Santos!

sexta-feira, 19 de outubro de 2007

Do ou Sobre... Nada


Décadas, segundos... Lágrimas, suor!
Grito, sussurro... Movimento, agressão!
Engatinho, ando, corro...
Acelero, freio, olho para os lados. Olhar para a frente!
Estou na contramão. Ou não?!

Alienista, alienado, feliz! Estamos atrás, em busca... Do quê? Para quê? Afundamos de novo.
O despertador toca, você versus você. Mas e as regras? Não concordo, e daí?! Amarro, desamarro, abraço!
Penso, por quê? De nada adianta...

Já pensou que quanto mais pensamos menos encontramos?
Desligai, ó ser com prazo de validade!
Ria, gargalhe, chacoalhe!
O melhor a fazer é não fazer...
Alienado, ignorante, cheguei lá!